quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ser criança

Ser criança é ser pequeno
Brincar, sorrir e amar
Levar a alegria
Para todo lugar

Ser criança é ser aprendiz,
Ousar na vida e ser feliz.
Ser criança é ter tudo e não ter nada
Trocar a roupinha da boneca amada

Ser criança é andar de carrinho
Cuidar do brinquedos
Com muito carinho!

Ser criança é tudo isso
E muito mais
Todos os pequenos precisam
de amor e paz.


(Mariana Assumpção. Texto produzido em Novembro de 2011 para o Concurso de Redações do Centro Educacional Luiz Carlos Barbosa.)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O ontem já passou e é o hoje que se vive...

Estava me perguntando os motivos que me faziam ficar tão triste, tão iludida com as coisas.
Antigamente eu me abatia, sabe...
Não queria cuidar de mim mesma, ficava sem fazer unhas, fazia o cabelo por obrigação, não tinha vaidades, na maioria das vezes era por estar sozinha, por faltar alguém que me ame de verdade.
Eu simplesmente me deixava de lado, porque "se ninguém me olha, eu também não vou olhar."
Ainda bem que isso faz parte do passado...
Agora não. Eu saio para comprar roupas, faço minhas unhas sempre...faço e corto meu cabelo. (rsrsrsrs), uso maquiagem , e continuo sem saber se o fato de ser estudiosa e inteligente me ajudaria em algo, porque os homens ultimamente tem preferido as mulheres burras, pois com elas, eles fazem o que querem.
Mariana Assumpção,
Rio, 12/08/11.

sábado, 28 de maio de 2011

Uma lembrança de amor.

Tudo começa em 1993, na cidade do Rio de Janeiro, na vida de Catharina; uma jovem de 17 anos que vive com os pais e seu pequeno irmão de 3 anos.
A rotina de Catharina sempre foi bem monótona. Acordar, se arrumar, ir à escola, voltar para a casa, almoçar e dar continuidade aos estudos até tarde da noite. Às onze da noite, ia dormir, para no dia seguinte, começar tudo outra vez. Nos fins de semana, o máximo que fazia, era ir no portão conversar com as amigas, pois não tinha dinheiro para sair.
Assim, a jovem foi passando seus dias, quando sua vida mudou completamente. As voltas do colégio passaram a ser mais felizes, animadas e talvez até apaixonadas. Carlos cruzou seu caminho, sempre andando pela rua ao lado dela e procurando sua doçura.
O início era amizade. Passaram-se dias, hora, meses, anos e o inesperado ocorreu. Carlos a pediu em namoro. Para ela, passar por essa experiência nova, aos 20 anos, era um paraíso. Feliz, aceitou a proposta.
Passou a conhecer mais sobre a vida de seu amado. Descobriu que tinha 22 anos, morava com a mãe. Seu pai havia morrido há bastante tempo e ele trabalhava como técnico em construção civil.
Catharina esperou passar um mês para assumir para toa a sua família, o amor que ela e Carlos estavam vivendo. A família no começo, não aprovava a situação, mas no final, eles viram que ele era boa gente, e que não seria capaz de fazer Catharina infeliz.
Anos se passaram. Catharina já havia terminado seu ensino médio e estava tentando ingressar na faculdade pública e Carlos estava a cada dia mais contente com sua promoção no trabalho.
Nessa onda de tranquilidade, Carlos resolveu surpreendeu Catharina com um pedido de casamento. Os pais dela, que eram bem tradicionais apoiaram a ideia e promoveram uma linda e elegante festa ao casal.
Após 6 anos, que Catharina já sabia cuidar de uma casa sozinha, e seu marido estava radiante com tudo, Deus lhes presenteou com um filho, que se chamaria Mateus. Todos ficaram contentes com a novidade.
O Nascimento de Mateus, não mudou a vida de ninguém, mas deu muitas alegrias à rotina de toda a família. Carlos continuou trabalhando e sustentando a casa e Catharina, sendo uma dona-de-casa e mãe bem dedicada.
Graças ao seu esforço, Carlos mais uma vez com a ajuda de Deus, conseguiu outra benção: comprou seu primeiro carro. Era pequeno, de cor cinza, mas que ajudaria muito o casal.
Apesar da felicidade pelo sucesso do seu marido, Catharina sentia algo estranho, era como um pressentimento triste, porém, não comentou sobre isso com ninguém.
O destino aguardou a comemoração da família pela conquista de Carlos para plantar a tristeza no coração de todos. A empresa em que ele trabalhava, pediu que ele fosse colaborar na construção de uma via expressa, em um bairro distante, à noite.
Guerreiro, lá foi ele. Se despediu de sua esposa e de seu filho, porém de forma diferente; Abraçou-os fortemente e disse que os amava. Saiu de casa, dirigindo seu carro. Quando estava quase chegando ao local de trabalho, Carlos bateu em um caminhão e seu carro entrou embaixo do mesmo. Foi um acidente terrível, que infelizmente, tirou a vida de Carlos.
A notícia chegou logo em casa. Catharina entrou em desespero. Não podia acreditar que havia perdido o amor de sua vida e que agora teria que seguir sua vida com seu filho, sozinha. Sua linda vida passava como um filme em sua cabeça. A ficha já tinha caído...Tudo a partir daquele momento, mudaria...
Agora,era somente ela, sua família, Deus e, uma lembrança de amor.


(Mariana Assumpção,
Rio, 23/05/2011)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Minhas partes

Uma parte de mim

Acredita em sonhos.

Outra parte de mim

Vive a realidade.

Uma parte de mim

Quer ser adulta.

Outra parte de mim

Quer ser criança.

São tantas as contradições,

Que fogem das tradições...

E tal e coisa,

E coisa e tal.

O ser humano é contraditório.

Quer viver num auditório.

Ou quer, simplesmente,

Ter um crescimento notório.

E aqui acabo,

A minha poesia.

Quem me dera

Poder escrever todo dia.

Mas preciso parar,

Porque estou cansada.

Senão das palavras,

Ficarei enjoada.



(Mariana Assumpção, texto produzido em 2010)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Crônica de uma estudante.

Acordei, às 6hs da manhã. Olhei o sol nascendo, agradeci a Deus por mais uma oportunidade de vida, fui para o banheiro. Tomei meu banho e me arrumei para mais um dia de muito estudo. Me alimentei com um reforçado café-da-manhã feito pela minha mãe, escovei meus dentes, peguei minha mochila e fui para escola.
À caminho do colégio, em um ônibus que usava para chegar lá todos os dias, sentou-se ao meu lado uma senhora que aparentava ter seus 80 anos. E conversou comigo. Passou a viagem toda resumindo sua vida; "Trabalho, marido e filhos" - disse ela. Contou também que como trabalhava debaixo de sol quente e de fortes chuvas, seus olhos foram vitimas de vários problemas e um deles foi a catarata. Não quis operá-los, ou melhor dizendo; Nunca teve dinheiro para isso. Entre sustentar seus filhos e se submeter a uma cirurgia, preferiu sustentar seus filhos com dedicação. E assim o fez, por 50 anos de sua vida.
Cheguei a conclusão que minhas notas baixas, minhas brigas familiares, são coisas mínimas levando em conta tudo que aquela senhora passou durante essa caminhada. Quando estava quase chegando ao meu destino me despedi dela e ela segurou minha mão dizendo: "Você é a flor da juventude da sociedade; Conserve sonhos e realize-os. Eles são sua fonte de forças para tudo. Assim como não desisto de enxergar e me aventuro saindo sozinha, você também deve e pode ousar e se aventurar, só que com algumas diferenças; Você por enquanto e espero que nunca sofrerá preconceito por ter cabelos brancos, por andar devagar , por não escutar e por não poder trabalhar mais. O seu sonho poderá virar realidade, se você acreditar nele. E você poderá, se Deus permitir, enxergar a vida não apenas com seus lindos olhos, mas com os olhos do coração."
Agradeci pela sua preocupação, carinho e palavras e desci do ônibus. Ela tem razão. Por ser o que é, por ter feito o que fez, e por simplesmente ter a delicadeza e sensibilidade que muitas pessoas não tem. Deus a colocou naquele momento perto de mim, para que eu aprendesse a valorizar a minha vida e guiá-la com mais otimismo.


Mariana Assumpção, Rio 11/02/11.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Frase do dia.

Achei isso em um perfil de orkut, e decidi compartilhar com vocês. É interessante falar de compreensão e tolerância, coisas que fazem muita falta em nosso cotidiano.


"Posso não concordar com nenhuma palavra do que você disse, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo." (Voltaire)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Correria

Correria.
Na correria do meu cotidiano,
tenho feito muitas coisas,
tenho esquecido muitas coisas,
importantes para mim
Na correria do meu cotidiano,
tenho amado menos,
tenho me alimentado menos,
tenho relaxado menos.
Na correria do meu cotidiano,
ser feliz sempre foi o meu lema,
para uma alma que não é pequena,
a gente aprende a ser tema
de muitos poemas.
Na correria do meu cotidiano,
não esqueci as coisas que amo
não esqueci de nenhum sonho.
Pois apesar de ter esquecido de quase tudo,
Esse tudo, sempre fez parte de mim.
(Mariana Assumpção)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Isso é viver.

Nascer, crescer, andar, falar, correr, comer, beber, estudar, escrever, conversar, discutir, debater, evoluir, inovar, namorar, paquerar, beijar, casar, festejar, comemorar, reproduzir, educar, repetir, gritar, bagunçar, sair, comprar, telefonar, ver, observar, escutar, pedir, amar,
e muito mais.



Parecem simples verbos, mas nos enganamos de verdade
Essas são as regras para se viver na simplicidade.
Não existe ordem para que eles sejam utilizados
O importante mesmo é serem valorizados.

(Rio, 13/01/11 - Mariana Assumpção)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Oi gente!

Esse é um blog novo, criado por mim, pelo qual vou registrar minhas emoções, sentimentos, e tudo o que tem dentro de mim através de palavras. Além de compartilhar com vocês, meus textos preferidos feitos por escritores famosos.
Dessa vez, não preciso ter o compromisso de escrever todos os dias, pois nem sempre temos inspiração para escrever, certo????
Essa é uma simples apresentação...
Bem vindos ao " As linhas e as palavras!"
Beijos em todos,
Mariana Assumpção.