segunda-feira, 25 de junho de 2012

As lições do passado orientam a transformação do mundo

          Atualmente, nós sempre passamos por situações que nos remetem a coisas que aprendemos no passado. Um exemplo disso, é a matemática. Se não aprendermos quanto é 2+2 na classe de alfabetização, quando chegarmos ao ensino médio, não conseguiremos fazer análises combinatórias.
           Passando do exemplo da escola para a vida, tudo o que aprendemos, no geral, vamos utilizar no futuro. Contudo, precisamos filtrar nossos aprendizados para sermos capazes de fazer somente o bem e assim transformar o mundo.
            Portanto, vamos estar abertos para novas experiências e armazenar os ensinamentos que a vida nos dá. O mundo sempre vai agradecer, se fizermos boas obras para ele e para nós mesmos.

(Mariana Assumpção.
Texto produzido no dia 30 de Maio de 2012)

Educação: Um direito de todos

     Atualmente, crianças e jovens enfrentam um problema grave, com relação a educação. Sabemos que a renda de algumas famílias brasileiras não permite que as crianças sejam matriculadas em colégios particulares. Assim, estão à mercê do caos que são os colégios públicos.
      É importante frisar que lugar de criança é na escola e não pedindo esmolas nas ruas ou trabalhando. Em uma família, cada um tem sua função: os pais trabalham e crianças estudam para garantir um futuro melhor.
     O fato é que, enquanto não houver governo que saiba distribuir as rendas corretamente, infelizmente, viveremos esse problema por muito tempo. Afinal, para haver escola, precisa-se de bons professores, bons funcionários e condições de trabalho favoráveis.
Portanto, é nosso dever escolher bons governantes para que serviços como educação, saúde e segurança estejam à disposição da população.
(Mariana Assumpção.

Texto produzido no dia 8 de Maio de 2012)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ser criança

Ser criança é ser pequeno
Brincar, sorrir e amar
Levar a alegria
Para todo lugar

Ser criança é ser aprendiz,
Ousar na vida e ser feliz.
Ser criança é ter tudo e não ter nada
Trocar a roupinha da boneca amada

Ser criança é andar de carrinho
Cuidar do brinquedos
Com muito carinho!

Ser criança é tudo isso
E muito mais
Todos os pequenos precisam
de amor e paz.


(Mariana Assumpção. Texto produzido em Novembro de 2011 para o Concurso de Redações do Centro Educacional Luiz Carlos Barbosa.)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O ontem já passou e é o hoje que se vive...

Estava me perguntando os motivos que me faziam ficar tão triste, tão iludida com as coisas.
Antigamente eu me abatia, sabe...
Não queria cuidar de mim mesma, ficava sem fazer unhas, fazia o cabelo por obrigação, não tinha vaidades, na maioria das vezes era por estar sozinha, por faltar alguém que me ame de verdade.
Eu simplesmente me deixava de lado, porque "se ninguém me olha, eu também não vou olhar."
Ainda bem que isso faz parte do passado...
Agora não. Eu saio para comprar roupas, faço minhas unhas sempre...faço e corto meu cabelo. (rsrsrsrs), uso maquiagem , e continuo sem saber se o fato de ser estudiosa e inteligente me ajudaria em algo, porque os homens ultimamente tem preferido as mulheres burras, pois com elas, eles fazem o que querem.
Mariana Assumpção,
Rio, 12/08/11.

sábado, 28 de maio de 2011

Uma lembrança de amor.

Tudo começa em 1993, na cidade do Rio de Janeiro, na vida de Catharina; uma jovem de 17 anos que vive com os pais e seu pequeno irmão de 3 anos.
A rotina de Catharina sempre foi bem monótona. Acordar, se arrumar, ir à escola, voltar para a casa, almoçar e dar continuidade aos estudos até tarde da noite. Às onze da noite, ia dormir, para no dia seguinte, começar tudo outra vez. Nos fins de semana, o máximo que fazia, era ir no portão conversar com as amigas, pois não tinha dinheiro para sair.
Assim, a jovem foi passando seus dias, quando sua vida mudou completamente. As voltas do colégio passaram a ser mais felizes, animadas e talvez até apaixonadas. Carlos cruzou seu caminho, sempre andando pela rua ao lado dela e procurando sua doçura.
O início era amizade. Passaram-se dias, hora, meses, anos e o inesperado ocorreu. Carlos a pediu em namoro. Para ela, passar por essa experiência nova, aos 20 anos, era um paraíso. Feliz, aceitou a proposta.
Passou a conhecer mais sobre a vida de seu amado. Descobriu que tinha 22 anos, morava com a mãe. Seu pai havia morrido há bastante tempo e ele trabalhava como técnico em construção civil.
Catharina esperou passar um mês para assumir para toa a sua família, o amor que ela e Carlos estavam vivendo. A família no começo, não aprovava a situação, mas no final, eles viram que ele era boa gente, e que não seria capaz de fazer Catharina infeliz.
Anos se passaram. Catharina já havia terminado seu ensino médio e estava tentando ingressar na faculdade pública e Carlos estava a cada dia mais contente com sua promoção no trabalho.
Nessa onda de tranquilidade, Carlos resolveu surpreendeu Catharina com um pedido de casamento. Os pais dela, que eram bem tradicionais apoiaram a ideia e promoveram uma linda e elegante festa ao casal.
Após 6 anos, que Catharina já sabia cuidar de uma casa sozinha, e seu marido estava radiante com tudo, Deus lhes presenteou com um filho, que se chamaria Mateus. Todos ficaram contentes com a novidade.
O Nascimento de Mateus, não mudou a vida de ninguém, mas deu muitas alegrias à rotina de toda a família. Carlos continuou trabalhando e sustentando a casa e Catharina, sendo uma dona-de-casa e mãe bem dedicada.
Graças ao seu esforço, Carlos mais uma vez com a ajuda de Deus, conseguiu outra benção: comprou seu primeiro carro. Era pequeno, de cor cinza, mas que ajudaria muito o casal.
Apesar da felicidade pelo sucesso do seu marido, Catharina sentia algo estranho, era como um pressentimento triste, porém, não comentou sobre isso com ninguém.
O destino aguardou a comemoração da família pela conquista de Carlos para plantar a tristeza no coração de todos. A empresa em que ele trabalhava, pediu que ele fosse colaborar na construção de uma via expressa, em um bairro distante, à noite.
Guerreiro, lá foi ele. Se despediu de sua esposa e de seu filho, porém de forma diferente; Abraçou-os fortemente e disse que os amava. Saiu de casa, dirigindo seu carro. Quando estava quase chegando ao local de trabalho, Carlos bateu em um caminhão e seu carro entrou embaixo do mesmo. Foi um acidente terrível, que infelizmente, tirou a vida de Carlos.
A notícia chegou logo em casa. Catharina entrou em desespero. Não podia acreditar que havia perdido o amor de sua vida e que agora teria que seguir sua vida com seu filho, sozinha. Sua linda vida passava como um filme em sua cabeça. A ficha já tinha caído...Tudo a partir daquele momento, mudaria...
Agora,era somente ela, sua família, Deus e, uma lembrança de amor.


(Mariana Assumpção,
Rio, 23/05/2011)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Minhas partes

Uma parte de mim

Acredita em sonhos.

Outra parte de mim

Vive a realidade.

Uma parte de mim

Quer ser adulta.

Outra parte de mim

Quer ser criança.

São tantas as contradições,

Que fogem das tradições...

E tal e coisa,

E coisa e tal.

O ser humano é contraditório.

Quer viver num auditório.

Ou quer, simplesmente,

Ter um crescimento notório.

E aqui acabo,

A minha poesia.

Quem me dera

Poder escrever todo dia.

Mas preciso parar,

Porque estou cansada.

Senão das palavras,

Ficarei enjoada.



(Mariana Assumpção, texto produzido em 2010)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Crônica de uma estudante.

Acordei, às 6hs da manhã. Olhei o sol nascendo, agradeci a Deus por mais uma oportunidade de vida, fui para o banheiro. Tomei meu banho e me arrumei para mais um dia de muito estudo. Me alimentei com um reforçado café-da-manhã feito pela minha mãe, escovei meus dentes, peguei minha mochila e fui para escola.
À caminho do colégio, em um ônibus que usava para chegar lá todos os dias, sentou-se ao meu lado uma senhora que aparentava ter seus 80 anos. E conversou comigo. Passou a viagem toda resumindo sua vida; "Trabalho, marido e filhos" - disse ela. Contou também que como trabalhava debaixo de sol quente e de fortes chuvas, seus olhos foram vitimas de vários problemas e um deles foi a catarata. Não quis operá-los, ou melhor dizendo; Nunca teve dinheiro para isso. Entre sustentar seus filhos e se submeter a uma cirurgia, preferiu sustentar seus filhos com dedicação. E assim o fez, por 50 anos de sua vida.
Cheguei a conclusão que minhas notas baixas, minhas brigas familiares, são coisas mínimas levando em conta tudo que aquela senhora passou durante essa caminhada. Quando estava quase chegando ao meu destino me despedi dela e ela segurou minha mão dizendo: "Você é a flor da juventude da sociedade; Conserve sonhos e realize-os. Eles são sua fonte de forças para tudo. Assim como não desisto de enxergar e me aventuro saindo sozinha, você também deve e pode ousar e se aventurar, só que com algumas diferenças; Você por enquanto e espero que nunca sofrerá preconceito por ter cabelos brancos, por andar devagar , por não escutar e por não poder trabalhar mais. O seu sonho poderá virar realidade, se você acreditar nele. E você poderá, se Deus permitir, enxergar a vida não apenas com seus lindos olhos, mas com os olhos do coração."
Agradeci pela sua preocupação, carinho e palavras e desci do ônibus. Ela tem razão. Por ser o que é, por ter feito o que fez, e por simplesmente ter a delicadeza e sensibilidade que muitas pessoas não tem. Deus a colocou naquele momento perto de mim, para que eu aprendesse a valorizar a minha vida e guiá-la com mais otimismo.


Mariana Assumpção, Rio 11/02/11.